Alma Aberta.

18 de jun de 2008

NOVO!

AMIGOS (A) LEITORES (A) ;

MUDEI DE BLOG :D
AGORA TO USANDO O WORDPRESS...
ESPERO QUE CONTINUEM GOSTANDO E LENDO \O
(ou também criticando, assim posso mudar o que não está legal!)


LINK: http://juliaroses.wordpress.com/
posted by Jú. M at 15:51 1 comments

...Não há muito o que fazer dentro dos limites de uma gaiola,
seja ela feita de ferro ou de deveres.

Os sonhos aparecem, mas logo morrem,
por não haver espaço para baterem suas asas.
Só fica um grande buraco na alma, que cada um enche como pode...
posted by Jú. M at 14:59 0 comments

15 de jun de 2008

Meu consolo.

Corria tão rápido quanto eu podia, e enquanto a chuva caia feito pedras sobre meu corpo, minha visão embaçada pelo óculos sujo de lama atrapalhava...
E eu já nem me preocupava mais comigo, eu só queria correr pra continuar sentindo a dor no meu corpo, me sentia tão culpada!
Suja, e sem sentido, eu escorregava e tropeçava sobre minha alma, e toda dor, parecia servir de consolo por não te ter do meu lado, por ter deixado minha mente inconsequente esquecer tua voz tão, tão rápido. Já não sentia mais meus braços, começei a perder o controle, e nesse meio tempo eu já sabia exatamente o que acontecera, já não sobrara mais uma gota de sangue em meu corpo, e ele havia parado. E dessa vez, foi para sempre.
posted by Jú. M at 13:13 0 comments

8 de jun de 2008

Alguns dos meus preferidos.

SHAKESPEARE.

~ Soneto 92 ~

Faz teu pior pra mim te afastares,
Enquanto eu viva tu és sempre meu,
Não há mais vida se tu não ficares,
Pois ela vive desse amor que é teu.

Por que hei de temer grande traição
Se tem fim minha vida com a menor;
De vida abençoada eu sou, então,
Por não estar preso ao teu cruel humor.

Tua mente inconstante não me afeta,
Minha vida é ligada à tua sorte;
Como é feliz o fato que decreta

Que sou feliz no amor, feliz na morte!
Porém que graça escapa de temer?
Podes ser falso e eu sequer saber.


~ Soneto 96 ~

De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça. Amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera
Ou se vacila ao mínimo temor.

Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
È astro que norteia a vela errante
Cujo valor se ignora, lá na altura.

Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfanje não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma, para a eternidade.
Se isto é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou
posted by Jú. M at 17:04 1 comments

5 de jun de 2008

doce, doce glória.

Rasgar o silêncio com um grito ensurdecedor que destrua teus ouvidos e te deixe louco de dor.
Arrancar bem devagar e doloridamente os restos de mim dentro você, te fazer lembrar a cada minuto do meu rosto só pra ver tuas lágrimas rápidas escorrerem como facas te cortando.
E vai desejar todos os dias da tua vida despedaçada nunca ter me amado, nunca ter olhado no fundo dos meus olhos e pensado que me teria sempre do teu lado, como um enfeite de cabeceira,
E essa minha sensação de glória aumenta a cada vez que eu te vejo correndo de volta, pedindo, gritando, implorando paz! Quero que cada palavra minha seja como uma bala fria que acerta teu coração dolorido e sangrento, quero ouvir você se arrependendo perpétuamente de ainda lembrar da minha voz.
posted by Jú. M at 16:17 2 comments